Pedidos por desvalorização de veículos em Rhode Island e Massachusetts

O seu carro foi reparado. O valor de revenda pode não ter sido recuperado.

Um historial de acidente pode afetar o que os compradores estão dispostos a pagar, mesmo depois das reparações. A DiLibero & Associates pode analisar as suas circunstâncias e explicar as opções para avançar com um pedido por desvalorização.

Pedidos em Rhode Island e Massachusetts

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Por exemplo, o outro condutor, a empresa ou a seguradora. Usamos isto apenas para verificar conflitos de interesses.

Desvalorização do veículo

Como um acidente tira valor a um carro reparado

Acompanhe um acidente hipotético passo a passo. Os números são uma ilustração, não uma estimativa do seu carro.

Parece novoExemplo hipotéticoUm carro hipotéticoO carro muda para mostrar a fase selecionada de um acidente e da sua reparação.

Antes do acidente

Um historial limpo. O carro vale o que os compradores pagam por um igual.

  1. Antes do acidenteUm historial limpo. O carro vale o que os compradores pagam por um igual.$32,000 Exemplo hipotético
  2. O impactoO para-choques dianteiro leva a pancada. O acidente passa a fazer parte do historial do carro.$31,200 Exemplo hipotético
  3. O dano alastraO capô e o guarda-lamas dianteiro também ficam danificados. A reparação aumenta, e o historial também.$29,800 Exemplo hipotético
  4. Dano no chassisO chassis é atingido. As reparações estruturais também passam a fazer parte do historial do carro.$27,400 Exemplo hipotético
  5. Depois das reparaçõesO carro está reparado e anda bem. O historial do acidente fica com ele, e é por isso que os compradores pagam menos.$27,400 Exemplo hipotético

O que está em jogo

Depois de um acidente, o seu carro foi reparado e a oficina de bate-chapa fez o seu trabalho. Por fora, parece exatamente igual ao que era antes do acidente. Mas abra qualquer relatório de historial do veículo (CarFax, AutoCheck, VINCheck) e lá está: o acidente. Esse registo acompanha o seu carro para o resto da vida. Os compradores, os concessionários e os avaliadores de retomas podem usá-lo para lhe oferecer menos do que o carro valia antes do acidente.

A desvalorização é a perda de valor de mercado atribuível ao acidente que subsiste após a reparação. Rhode Island compara o valor imediatamente antes e depois do dano; os custos de reparação e a perda residual exigem prova e não podem duplicar a indemnização.

Três tipos de perda

Pergunte-nos qual destas se aplica ao seu carro. Cada pedido depende dos seus próprios factos.

Desvalorização inerente

Mesmo depois de uma reparação impecável e certificada, um veículo carrega o estigma do seu historial de acidente. Um comprador que escolhe entre dois carros idênticos vai normalmente pagar menos pelo que tem um acidente registado. Essa diferença é a desvalorização inerente.

Desvalorização resultante da reparação

Quando a própria reparação foi deficiente (peças não originais em vez de peças OEM, reparações do chassis que deixam imperfeições estruturais, pintura mal igualada), a perda resultante é desvalorização resultante da reparação. Isto é especialmente relevante quando a seguradora encaminha as reparações para uma oficina do seu programa de referência direta, o que pode tornar a seguradora diretamente responsável por essas deficiências.

Desvalorização imediata

A queda do valor de mercado imediatamente após a colisão, antes de qualquer reparação. É pedida com menos frequência, mas é relevante quando um veículo é vendido pouco depois do acidente ou quando o prazo da reparação está em disputa.

Como funciona

  1. 1

    Fale-nos do veículo e do acidente.

  2. 2

    Analisamos o pedido e, quando útil, organizamos uma avaliação independente.

  3. 3

    Agimos contra a seguradora responsável e, se necessário, litigamos.

Cada caso é diferente, e não podemos prometer quanto tempo cada passo vai demorar.

O que influencia um pedido

  • O valor de mercado do carro antes do acidente
  • A idade e a quilometragem
  • A extensão dos danos, sobretudo os danos estruturais
  • A qualidade da reparação e as peças usadas
  • A cobertura de seguro do condutor responsável

Como analisamos o seu pedido

Determinamos o justo valor de mercado do seu veículo antes do acidente com a NADA, o Kelley Blue Book e vendas comparáveis reais nos mercados de Rhode Island e Massachusetts, em vez de médias nacionais genéricas.

Quando uma avaliação ajuda, contratamos um avaliador independente qualificado para documentar a sua desvalorização com uma metodologia escrita. A seguradora tem o seu próprio avaliador a trabalhar contra si, e nós trazemos um que trabalha para si.

Apresentamos uma interpelação escrita à seguradora responsável, com pleno fundamento jurídico e factual, que mostra a documentação que sustenta o valor e que estamos preparados para litigar.

Quando a seguradora não paga um valor justo, estamos preparados para propor uma ação no tribunal competente de Rhode Island ou Massachusetts e levar a pretensão até ao fim.

Para empresas de aluguer e proprietários de frotas

Quando um veículo de frota é atingido, a fatura da reparação é só parte da perda

Uma unidade reparada pode vender-se por menos, e não gera receita enquanto está na oficina. Reclamamos essas perdas à seguradora do condutor responsável, pedido a pedido, para empresas de aluguer, concessionários e empresas que operam veículos.

O que reclamamos

  • Desvalorização de cada unidade reparada
  • Privação de uso pelos dias em que uma unidade está fora de serviço
  • Reboque, parqueamento e custos relacionados
  • Saldos por pagar de pedidos que a seguradora deixou parados

Como trabalhamos com frotas

  • Um único ponto de contacto para cada pedido em aberto
  • Uma entrega simples: o número do sinistro, a fatura da reparação e fotografias
  • Um processo para cada unidade: valor antes do acidente, registos de reparação e dias fora de serviço
  • Relatórios regulares sobre o estado de todos os seus pedidos

O que nos enviar depois de aceitarmos o pedido

  • O contrato de aluguer ou o registo da unidade na data do sinistro
  • O auto da polícia ou o relatório do acidente, se existir
  • O orçamento da reparação e a fatura final
  • Qualquer correspondência da seguradora do condutor responsável

A possibilidade de recuperar a desvalorização ou a privação de uso depende dos factos de cada pedido e da lei aplicável.

Quem trata deste trabalho

Dylan C. DiLibero, Esq.

Dylan C. DiLibero, Esq.

Advogado

Defesa criminal, estadual e federal · Danos pessoais · Contencioso civil

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O que reunir

  • O orçamento da reparação e a fatura final da reparação
  • Fotografias dos danos, antes e depois da reparação
  • O número do sinistro e a seguradora do condutor responsável
  • Quaisquer cartas ou emails da seguradora
  • O ano, a marca, o modelo e a quilometragem do seu veículo

Não precisa destes documentos para pedir uma análise. Vamos pedir-lhe os documentos através de um contacto seguro depois de falarmos, e não através deste site.

Avaliações de clientes no Google

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Michael Marzilli Google ·

Os testemunhos refletem experiências individuais. Resultados anteriores não garantem um resultado semelhante.

As avaliações descrevem as experiências de clientes individuais. Cada caso é diferente.

Ler todas as avaliações no Google (abre o Google Maps num novo separador)

Perguntas frequentes

Não. A perda de valor acontece no momento do acidente, não quando o carro é vendido. Pode avançar com um pedido por desvalorização quer fique com o veículo, quer o venda ou o dê como retoma. Não precisa de esperar; esperar pode até prejudicá-lo à medida que a prova envelhece.

Sim, e é mesmo a situação mais comum. A maioria dos pedidos por desvalorização é apresentada depois de concluídas as reparações. A reparação não elimina o pedido; confirma a base que a seguradora pagou para repor. O que não foi reposto é o valor de mercado, e é essa a perda que reclamamos.

É possível. O pagamento das reparações pode não compensar a perda residual de valor comprovada. Um acordo ou quitação pode limitar outras reclamações, e a mesma perda não pode ser indemnizada duas vezes. Analisamos as reparações e o acordo.

Sim, embora o valor do pedido dependa do valor de mercado do veículo antes do acidente. Um veículo mais antigo e com muitos quilómetros pode ter um pedido menor do que um mais novo, mas pode ainda assim valer a pena consoante a extensão dos danos e da reparação. Avaliamos isto com honestidade na primeira consulta.

Se o condutor responsável não tiver seguro, a recuperação depende da sua própria apólice. Pode aplicar-se a sua cobertura de danos materiais causados por condutores sem seguro, se a tiver, e se se aplica ou não depende das condições particulares e do texto da apólice. A primeira conversa é gratuita, e nela podemos analisar a sua apólice para ver que cobertura existe.

Sim, e tratamos tanto de pedidos por desvalorização como de danos pessoais. O pedido por desvalorização é dirigido à cobertura de responsabilidade por danos materiais do condutor responsável; o pedido por danos pessoais, à sua cobertura de responsabilidade por danos corporais. São vias separadas que seguimos em simultâneo.

Desvalorização do veículo

O seu carro foi reparado. O valor de revenda pode não ter sido recuperado.

130 Dorrance Street, Providence, RI 02903